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★ Financiado por quem viveu a cena
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★ Campanha encerrada
—pessoas fizeram esse livro existir
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Pra quem apoiou
E agora?
O caminho do seu exemplar até a sua casa. As atualizações chegam pelo e-mail cadastrado no Catarse e pelo @hcemocional.
01
Gráfica
O livro vai pra impressão: 296 páginas, 16×23 cm, miolo P&B com a arte colagem punk zine.
02
Numeração à mão
Cada exemplar da 1ª edição é numerado à mão e separado junto com as recompensas de cada apoio.
03
Envio
Frete grátis como combinado. O código de rastreio chega por e-mail assim que o pacote sair.
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Pra quem apoiou
Você se reconheceu.
Se você guardou ingresso do Hangar 110 numa caixa de sapato.
Se sabe de cor a letra de Um Minuto Para o Fim do Mundo.
Se aquelas letras falavam de ansiedade, de casa desandando e de não saber o que ia ser de você — quando ninguém mais falava disso.
Se você descobriu Fugazi depois do NX Zero e levou um susto.
Se cantou junto com gente que nunca tinha visto e entendeu que aquilo nunca foi só seu.
Não era só uma fase. Era uma cena inteira — e, graças a você, agora ela é livro.
Financiado coletivamente
O livro existe.
296
Páginas — quase 300 de pura cena
Pesquisa de 4 anos em três continentes.
13
Capítulos
De Washington D.C. 1985 ao Brasil 2007. Uma cena inteira em ordem cronológica.
Formato
16 × 23 cm
Miolo
P&B
Arte dos capítulos
Colagem punk zine
Do porão de Washington ao Hangar 110.
Em 1985, em Washington D.C., um pequeno grupo de garotos cansados da agressividade do hardcore decidiu cantar sobre o que sentia. Chamaram aquilo, meio a contragosto, de emocore.
Vinte anos depois, milhões de adolescentes brasileiros se enxergavam em bandas cuja origem eles jamais tinham ouvido falar. Este livro tenta entender o que aconteceu no meio do caminho.
Por enquanto, não. A campanha no Catarse foi encerrada e o livro não está à venda em nenhum outro lugar. Se isso mudar, o aviso sai primeiro no Instagram @hcemocional.
Apoiei. Como acompanho o envio do meu livro?
As novidades de produção e envio chegam pelo e-mail cadastrado no Catarse e pelo Instagram. Quando o seu exemplar sair, o código de rastreio vai por e-mail. O frete continua grátis, como combinado.
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Meu nome vai mesmo nos agradecimentos?
Se você apoiou com a recompensa Sunny Day Real Estate é emo raiz, sim — seu nome sai impresso nos agradecimentos do livro.
Tem versão digital/PDF?
Não. O projeto é um objeto físico — livro impresso, feito pra pegar na mão — e não haverá versão digital/PDF do livro completo. O que você pode baixar de graça é apenas o 1º capítulo, como amostra de leitura.
Uma conversa sobre a história do emocore, a pesquisa e os bastidores do livro — assista direto pelo site.
Sobre o livro
Um manual de afeto.
Sou uma criança dos anos 1980, cresci em uma cidade do interior com TV aberta como única diversão. Meu primeiro elo de verdade teve nome e número: Blink-182. Eu estava de férias, na praia com amigos, quando ouvi aquela melodia com vocais simples e alguns palavrões — e aquilo mudou minha vida.
A partir daquele dia conheci Ramones, Sex Pistols, The Clash, MC5 e me tornei o clichê MTV: bermuda larga, camiseta preta, tênis Adidas branco e boné laranja. Até descobrir que havia um lado bem mais emocional dentro daquele gênero. O nome? Emotional Hardcore.
Este livro não quer definir o EMO, mas expor o que de fato foi esse movimento que mudou o entendimento da indústria, mudou o comportamento e criou uma cena que existe até os dias de hoje — quase 20 anos depois.
"Longe do senso comum sobre o emo ser apenas uma frescura/choradeira, além de comentários bem homofóbicos, o gênero na verdade conversava sobre depressão, ansiedade, sexualidade, bullying, separação dos pais e a completa insegurança em relação ao futuro."
— Tiago Simão, Prefácio
296
Páginas
4
Anos de pesquisa
13
Capítulos
Autores
Tiago Simão
Texto & pesquisa
Allan Stein
Ilustração & design
Viabilizado via Catarse · Financiamento coletivo
A trajetória
De 1985 ao Brasil.
1974Nova York
Os Ramones fazem seu primeiro show no Performance Studios. Um novo som nasce.
1976Washington D.C.
Os Ramones chegam à capital americana. A cena hardcore começa a se formar.
1980D.C.
Minor Threat e Bad Brains dominam. O Straight Edge se torna um movimento.
1985Revolution Summer
Rites of Spring e Embrace mudam o hardcore para sempre. Nasce o emocore.
1990sMidwest EUA
Sunny Day Real Estate, The Promise Ring, Cap'n Jazz. A segunda onda se espalha.
2000sMainstream
Blink-182, Green Day, My Chemical Romance. O emo conquista a MTV.
2001–07Brasil
CPM 22, Hangar 110, Fresno, NX Zero. O emo ganha voz em português.
2010sSad Trap
Lil Peep, Juice WRLD, XXXTentacion. O emo encontra o trap na internet.
Tinha nome. Tinha história.
De Rites of Spring em 1985 ao Hangar 110: um movimento com genealogia, discografia e consequência — reconstruído em quatro anos de pesquisa e impresso graças a quem apoiou.
Cada banda aqui teve seu papel na construção da árvore genealógica que chamamos de punk-hardcore-emo. Do proto-punk dos anos 60 ao sad trap dos anos 2010 — todas elas estão no livro.
Cobertura do livro
70+
bandas documentadas
60s–70s
Proto-Punk · Garage Rock
A semente plantada — contracultura, garage rock e o começo de tudo
Ramones
1974 · Nova York
Sex Pistols
1975 · Londres
The Clash
1976 · Londres
New York Dolls
1971 · Nova York
Velvet Underground
1964 · Nova York
MC5
1964 · Detroit
The Stooges
1967 · Michigan
The Sonics
1960 · Seattle
Dead Kennedys
1978 · San Francisco
80s
Hardcore · Washington D.C.
O hardcore explode em D.C. — Minor Threat, Bad Brains, Straight Edge
Minor Threat
1980 · Washington DC
Bad Brains
1977 · Washington DC
Fugazi
1987 · Washington DC
Black Flag
1976 · Hermosa Beach
Rites of Spring
1984 · Washington DC
Embrace
1985 · Washington DC
SOA
1980 · Washington DC
Teen Idles
1979 · Washington DC
Beefeater
1983 · Washington DC
Dag Nasty
1985 · Washington DC
90s
Midwest Emo · 2ª Onda
A segunda onda — óculos, emoções e Vagrant Records
Sunny Day Real Estate
1992 · Seattle
Cap'n Jazz
1989 · Chicago
The Promise Ring
1995 · Milwaukee
Mineral
1994 · Austin
Jawbreaker
1986 · Nova York
Saves the Day
1995 · Princeton
The Get Up Kids
1995 · Kansas City
Texas Is the Reason
1994 · Nova York
American Football
1997 · Champaign
Joan of Arc
1995 · Chicago
Braid
1993 · Chicago
Thursday
1997 · New Brunswick
2000s
Pop-Punk · MTV · Warped Tour
O mainstream abraça o emo — MTV, grandes gravadoras e turnês de arena
Green Day
1987 · Califórnia
Blink-182
1992 · San Diego
Jimmy Eat World
1993 · Mesa AZ
Dashboard Confessional
2000 · Boca Raton
My Chemical Romance
2001 · New Jersey
Taking Back Sunday
1999 · Amityville
Brand New
2000 · Long Island
Paramore
2004 · Franklin TN
Fall Out Boy
2001 · Chicago
Hawthorne Heights
2001 · Dayton
The Used
2001 · Utah
Saosin
2003 · Califórnia
Story of the Year
1995 · St. Louis
Silverstein
2000 · Burlington CA
Brasil
2000–2010 · Hangar 110
O emo em português — MTV Brasil, VMB e o CBGB paulista
CPM 22
1995 · Barueri, SP
Dead Fish
1991 · Vitória, ES
Street Bulldogs
1994 · Pindamonhangaba, SP
Hateen
1994 · São Paulo (Zona Leste), SP
Fresno
1999 · Porto Alegre, RS
NX Zero
2001 · São Paulo, SP
Forfun
2001 · Rio de Janeiro, RJ
Emoponto
1998 (como Boba Fett; Emoponto em 2001) · Rio de Janeiro, RJ
Moptop
2003 · São Paulo
Charlie Brown Jr.
1992 · Santos
Detonautas
2000 · Rio de Janeiro
Raimundos
1987 · Brasília
DD
Dance of Days
fim dos anos 1990 · São Paulo, SP
GF
Garage Fuzz
início dos anos 1990 · São Paulo/litoral, SP
GL
Gloria
2002 · São Paulo, SP
PC
Personal Choice
anos 1990 · São Paulo, SP
2010s
Sad Trap · Emo Trap · SoundCloud
A herança digital — quando o emo encontrou o trap na internet
Lil Peep
2015 · Long Island
Juice WRLD
2015 · Chicago
XXXTentacion
2013 · Florida
Post Malone
2015 · Texas
Trippie Redd
2016 · Canton OH
Night Lovell
2013 · Canadá
Sua banda está no livro.
Todas essas bandas — e a história que liga uma na outra — em 296 páginas, impressas por causa de quem apoiou.
Esse livro só virou papel porque cada uma dessas pessoas acreditou que não era só uma fase. Os nomes abaixo estão impressos nos agradecimentos da 1ª edição.
175 apoiadores · obrigado
Aaron Hildebrand
Adriana Abdul Ghani
Aleksandr Lênin de Moraes Bastos
Alessandro Ferrony
Alex Cavalcanti
Alexandre Kitamura
Allan Lopes
Amanda Stefan
Ana Carolina Baccan Maximino
Ana Carolina Ballan Sebe
Ana Paula Proenca
André Lorente
Aristides Rudnick Jr
Átila Canel Joly
Bruna Regina Fidelis Brito
Bruno Amaral
Bruno de Paula
Caio
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Carol Pires
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Cleyton Marciano
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Eduardo de Oliveira Ferreira
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Gustavo Dias
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Vinicius Bezerra
Vinícius Dias Villar
Vinícius Tulio
Wesley Ide
Will
Willian Hildebrand
Yargo Gagliardi
Não era só uma fase.
E agora tem livro pra provar — com o nome de vocês por trás dele.
Esse livro passou quatro anos sendo pesquisado e só virou papel porque você colocou a mão no bolso por uma cena que muita gente chamou de fase. Cada apoio pagou uma página, uma numeração feita à mão, um adesivo colado com paciência variável.
Não era só uma fase. E agora tem livro pra provar — com o seu nome por trás dele.